NOITE VAZIA
Olho as poças d’água nas
calçadas.
No firmamento algumas estrelas
apontam.
Tímidas. Pálidas.
Apagadas.
A lua nem vai chegar esta
noite e a solidão bate forte.
Abraço a mim mesma enquanto
espio a rua.
Nenhum vulto se aproxima.
Um silêncio de matar.
Vou entrar. Na minha rede me
deitar.
Uma canção de outros tempos
vou escutar e deixar minha alma voar.
sonia delsin

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