segunda-feira, 29 de abril de 2013



NOITE VAZIA

Olho as poças d’água nas calçadas.
No firmamento algumas estrelas apontam.
Tímidas. Pálidas.
Apagadas.
A lua nem vai chegar esta noite e a solidão bate forte.
Abraço a mim mesma enquanto espio a rua.
Nenhum vulto se aproxima.
Um silêncio de matar.
Vou entrar. Na minha rede me deitar.
Uma canção de outros tempos vou escutar e deixar minha alma voar.

sonia delsin 

Nenhum comentário:

Postar um comentário