quinta-feira, 25 de abril de 2013




ORQUÍDEA

Descansa sobre a mesa uma pequena flor que murcha.
A beleza se esvaindo.
A selvagem beleza indo...
Um vento forte rompeu a delicada haste que a sustinha.
Vento cruel.
A flor era do meu jardim e era minha.
Por que agiu com tanto furor?
Aguardei um ano que ela desabrochasse.
E veio judiar da bela flor.

Eu a pego na mão... aspiro o perfume tentador.
Meu coração geme.
Linda flor, linda flor!

Foi tão curto seu destino, mas me encantou...
pelo tempo que durou.

sonia delsin 

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